Escola Dora Dimer: a tradição de décadas que transformou a Noite de Autógrafos no evento mais esperado do 3º ano
Na Estante Mágica, acreditamos que cada escola tem uma história única. Algumas estão começando sua jornada com projetos de leitura. Outras já possuem tradições sólidas — e encontram na nossa proposta uma forma de potencializar algo que já é especial.
A Escola Dora Dimer, em Gravataí (RS), é um exemplo inspirador desse segundo caminho.
Há décadas, a escola realiza a Noite de Autógrafos como o grande evento de encerramento do 3º ano. Não se trata apenas de uma atividade escolar — é um momento aguardado por toda a comunidade. As famílias acompanham esse ciclo por anos, esperando o dia em que seus filhos finalmente viverão essa experiência.
Quando a Estante Mágica passou a fazer parte dessa história, há três anos, o objetivo não foi substituir o que já existia, mas fortalecer uma tradição que já era referência.
O começo de tudo: o Passaporte da Leitura
Por trás de uma grande Noite de Autógrafos, existe um trabalho consistente ao longo de todo o ano.
Na Dora Dimer, esse processo começa com o Projeto Passaporte da Leitura. Durante o ano letivo, os alunos são incentivados a explorar diferentes gêneros literários, desenvolvendo o hábito da leitura de forma contínua e significativa. Cada livro lido representa um avanço nessa jornada, ampliando o repertório e a imaginação das crianças.
É nesse contexto que a Estante Mágica entra como peça-chave: ao final do ciclo, todo esse aprendizado se transforma em algo concreto — um livro publicado, com autoria e identidade.
Para a professora Priscila Figueredo, esse é um dos maiores impactos do projeto: permitir que os alunos vejam, toquem e se reconheçam como autores.
Um evento que já faz parte da cultura da escola
Enquanto muitas instituições enfrentam desafios para engajar famílias, na Dora Dimer esse envolvimento acontece de forma natural.
A Noite de Autógrafos já é parte da cultura da escola. As famílias participam ativamente e acompanham o projeto com entusiasmo. Existe uma expectativa construída ao longo dos anos: crianças mais novas crescem vendo irmãos, primos e colegas mais velhos vivenciarem esse momento — e chegam ao 3º ano já sabendo que aquele será o seu ano.
Aqui, o projeto não precisa ser apresentado ou “vendido”. Ele já é desejado.
A Noite de Autógrafos: um palco à altura dos pequenos autores
O evento acontece fora do ambiente escolar, em um salão de eventos da cidade. Essa escolha não é apenas estética — é simbólica.
Ela comunica, desde o primeiro momento, que aquela noite é especial.
Cada criança é tratada como autora. Protagonista da própria história.
Mais do que uma celebração, a Noite de Autógrafos representa um verdadeiro rito de passagem. É o momento em que os alunos olham para trás, reconhecem tudo o que construíram ao longo do ano e, finalmente, seguram nas mãos a prova concreta de sua capacidade.
Aprendizados que constroem excelência
Parcerias duradouras também são feitas de evolução.
Ao longo dos últimos anos, a escola refinou processos para melhorar ainda mais a qualidade dos livros. Um exemplo prático foi o ajuste na produção das ilustrações: ao perceber que o formato anterior não valorizava o resultado final, a equipe passou a trabalhar com uma ilustração por folha, elevando significativamente o padrão visual.
Esse olhar atento aos detalhes revela um compromisso claro com a excelência — e com a experiência dos alunos.
O futuro: continuidade e aprimoramento
A parceria entre a Escola Dora Dimer e a Estante Mágica já está renovada.
O objetivo segue o mesmo: evoluir a cada ciclo, mantendo a Noite de Autógrafos como o ponto alto do calendário escolar e fortalecendo o vínculo entre escola, alunos e famílias.
A base desse sucesso está em três pilares:
- o engajamento dos educandos,
- o envolvimento das famílias,
- e o compromisso da escola com um projeto de longo prazo.
E a sua escola?
Se a sua instituição já possui uma tradição literária, saiba que ela pode ir ainda mais longe.
A Estante Mágica existe para transformar projetos de leitura em experiências inesquecíveis — e em livros publicados de verdade.
Porque toda história merece ser contada. E toda criança merece se ver como autora dela.
